segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Soneto dos 24 anos de idade

A minha infância já ficou à margem
E agora se vai minha tardia adolescência
Ainda com tão pouca malandragem
Mas também com tão pouca inocência

Já se passaram meus dias de mamadeira
E também os velhos dias do Jardim
Passarão também estes de bebedeira
Mas sempre terei algo do boêmio em mim

Sou velho demais para continuar errando
E novo demais para muito ter aprendido
E ainda não me acostumei com tanta seriedade

Quero ser amado e sempre estar amando
Para que no fim de tudo não me sinta arrependido
É assim que são meus vinte e quatro anos de idade

- Bartolomeu Parreira Nascimento - Maringá 2010

3 comentários:

Anônimo disse...

Eu adorei esse poema.
Parabéns!

Anônimo disse...

Lindo!!!Parabéns!!!

Nielle Sitar disse...

Amanhã eu faço 24 anos, gostei do poema.