segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Soneto para a galera da Filosofia

Quando eu finalmente encontrei
A galera da Filosofia,
Fui feito só de alegria
E foi no bar que me realizei.

Entre as cervejas e cachaças
E essas mulheres adoráveis,
Tenho muitos loucos camaradas,
Todas pessoas muito amáveis.

Quando encontro essa galera
Surge no meu rosto um sorriso.
Dou um tapa na velha pantera,

E a alegria que preciso
Doma essa indomável fera,
Que no Manhattan morre no piso.

Bartolomeu Parreira Nascimento - Maringá 2010

(Nota: dedicado aos meus amigos do curso de Filosofia na UEM, galera gente boa parceira das noites de bebedeira no Manhattan e no Bora Bora)

3 comentários:

Shigueu Ikeizumi. disse...

Grande camarada
Cerveja e cachaça
Sem um real
cantamos samba, até no sarau.

. disse...

Barto mais um pra revistinha, achei os textos de antes da facu... :

No mato eu não quero escrever
no mato eu não sinto a necessidade de relatar
no mato eu não sinto a necessidade de criticar
no mato há equilibrio
no mato eu quero coletar*
no mato eu quero morar
no mato eu quero acordar
na cidade eu quero falar
na cidade eu quero relatar
na cidade eu quero reclamar
na cidade eu quero protestar
na cidade eu quero me matar
na cidade eu quero sonhar

* troquei por caçar, que era o original, por mim tanto faz, mas ando mais pacifista, rsrsrs.
abraço, e valeu pelo soneto...

Bartolomeu Parreira Nascimento disse...

Da hora Tiê, eu curti!